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Il Maestro di Violino



Escrito por Biya às 14h31
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Noções - Cecília Meireles

Entre mim e mim, há vastidões bastantes
para a navegação dos meus desejos afligidos.

Descem pela água minhas naves revestidas de espelhos.
Cada lâmina arrisca um olhar, e investiga o elemento que a atinge.

Mas, nesta aventura do sonho exposto à correnteza,
só recolho o gosto infinito das respostas que não se encontram.

Virei-me sobre a minha própria existência, e contemplei-a
Minha virtude era esta errância por mares contraditórios,
e este abandono para além da felicidade e da beleza.

Ó meu Deus, isto é a minha alma:
qualquer coisa que flutua sobre este corpo efêmero e precário,
como o vento largo do oceano sobre a areia passiva e inúmera...

Cecília Meireles


http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=377



Escrito por Biya às 14h14
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Michael Jackson



Escrito por Biya às 16h14
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Sem propósito...

"Um, dois, feijão com arroz,

  três, quatro, feijão no prato.

  Cinco, seis fim de mês...

  Sete e oito comê biscoito,

  Nove e dez comê pastel. "

  Onze, doze dormir de noite,

  treze e quatorze passear de barco,

  quinze e dezesseis olhar pro cêis,

 dezessete e dezoito molhar o biscoito,

 dezenove e vinte começar otra vez... 

Biya



Escrito por Biya às 13h03
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Sem mais...

Estou perdida

nas idéias, nas ações.

Estou perdida

nos sentimentos...

mas, quando me encontrar,

com certeza,

muito de mim terá partido ...

Preciso situar-me,

em mim mesma,

desconhecida 

que sou aqui e agora ...

Ser um eremita,

talvez,

pra buscar respostas

na caminhada,

em direção ao "EU".

Comungar com Deus ,

para  que no exercício

do meu  livre arbítrio,

possa cumprir o meu destino

no tempo que me resta!

Biya

 



Escrito por Biya às 18h21
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Jennifer Lopez.... Mais uma interpretação... Não me ame



Escrito por Biya às 17h51
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Existe um Herói dentro de você...!!!



Escrito por Biya às 17h32
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Não me ame...



Escrito por Biya às 17h12
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Estória de Ninar Gente Grande 31

Era uma vez...

Bem longe onde a vista não alcança,

uma casa com varanda.

Toda de madeira,

desgastada pelo sol e pela chuva.

A varanda sorri para os visitantes,

repleta de verde, colorida de flores.

Habitada por sonhos...

Era uma vez...

Eu e você ali...

Biya

 

 

 

 

 



Escrito por Biya às 17h38
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Saudade...

Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios

Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador

Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos

Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz

Charles Chaplin



Escrito por Biya às 11h06
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Norminha... chiiii!!!



Escrito por Biya às 14h56
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Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob as montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas

Não posso adiar este braço
que é uma arma de dois gumes amor e ódio

Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação

Não posso adiar o coração.

Antonio Ramos Rosa

http://www.astormentas.com/ramosrosa.htm



Escrito por Biya às 12h49
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Que bom foi encontrar-te
Naquele dia enevoado
Junto ao mar bravio,
Vieste sentar-te a meu lado.

Naquele grande penedo
Sobranceiro ao mar,
Olhei-te incrédula
E já nem senti medo …

Mandei ao ar as convenções
Do fica bem ou fica mal …
E por quaisquer razões,
Falariam sempre mal …

Assim, aceitei o teu abraço,
Deixei que me enlaçasses,
E senti-me bem a teu lado,
E senti que não era pecado.

Não era pecado não …

Realizar um desejo,

Que era apenas ilusão, e sozinha,

Abandonei o paredão.

(Laura)

http://pascoalita.blogspot.com/2007_02_01_archive.html

 



Escrito por Biya às 12h15
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* A Veíce * 

Vô contá como é triste,
vê a veíce chegá,
vê os cabêlo caíno,
vê as vista encurtá.
Vê as perna trumbicano,
com priguiça de andá.
Vê "aquilo" esmoreceno,
sem força prá levantá.
As carne vão sumino,
vai parecêno as vêia.
As vista diminuíno e cresceno a sombrancêia.
As oiça vão encurtano,
vão aumentano as orêia.
Os ôvo dipindurano e diminuíno a pêia.
A veíce é uma doença que dá em todo cristão:
dói os braço,
dói as perna,
dói os dedo,
dói a mão.
Dói o figo e a barriga,
dói o rim, dói o pulmão.
Dói o fim do espinhaço,
dói a corda do cunhão.
Quando a gente fica véio, tudo no mundo acontece:
vai passano pelas rua e as menina se oferece.
A gente óia tudo,
benza Deus e agradece,
correno ligeiro prá casa, procurano o INSS.
No tempo que eu era moço,
o sol prá mim briava.
Eu tinha mil namorada,
tudo de bão me sobrava.
As menina mais bonita,
da cidade eu bolinava.
Eu fazia todo dia,
chega o bichim desbotava.
Mas tudo isso passô,
faz tempo ficô prá tráis
as coisa que eu fazia,
hoje num sô capaiz.
O tempo me robô tudo,
de uma maneira sagaiz.
Prá falá mesmo a verdade, nem trepá eu trepo mais.
Quando chega os setenta, tudo no mundo embaraça.
Pega a muié, vai pra cama, aparpa, beija e abraça,
porém só faz duas coisa: solta peido e acha graça.


Poesia em linguagem de matuto (caipira, gente da roça).
http://pascoalita.blogspot.com/2007_02_01_archive.html

 



Escrito por Biya às 11h54
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Um poema...

 

COLA-TUDO

 


Encontrei um verso fraturado,
caído na esquina da rua do lado,
Tinha se perdido de um coração saudoso
que passava por ali, desiludido.
Coloquei-o de pé,
emendei seus pedaços,
refiz suas linhas,
retoquei seus traços.
Afaguei suas dores como se fossem minhas.
Agora, novamente estruturado,
espero que ele não olhe para trás
e não misture sonhos
com amargas falências do passado;
que saiba enfeitar a estrela lá na frente
com fartos laços de rima colorida.
... pois é para o futuro que caminham
todos os passos apressados desta vida.
 

 


Flora Figueiredo 



Escrito por Biya às 11h48
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